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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Kepler 452b, a Terra do futuro?


A NASA acaba de anunciar o que deve ser o exoplaneta mais parecido com a Terra já descoberto.


O exoplaneta se chama Kepler 452b e faz parte do novo catálogo com 500 novos "candidatos". Dentre eles, 12 têm raio menor que o dobro do raio da Terra e estão na zona de habitabilidade de suas estrelas, 9 deles em órbita ao redor de estrelas do mesmo tipo do Sol. Como já disse, todos os candidatos vão precisar de confirmação posterior e os melhores telescópios da Terra vão tentar fazer isso nos próximos anos.
O caso de Kepler 452b parece ser o mais interessante da lista, então a equipe do Kepler já usou telescópios no Arizona e no Havaí para confirmar que se trata mesmo de um planeta. Os dados obtidos dão maiores detalhes sobre o exoplaneta, por exemplo, seu diâmetro é 60% maior do que o da Terra, o que o faz dele uma ‘super Terra’.
 O exoplaneta leva 385 dias terrestres para completar uma órbita, ou seja, o ano por lá dura 5% a mais que o nosso. Lá onde? A estrela que hospeda esse exoplaneta se chama Kepler 452 e é uma estrela do tipo espectral G, o mesmo tipo do Sol que está a 1.400 anos luz de distância, na constelação do Cisne. Mas a estrela é um tanto mais evoluída, tem um bilhão de anos a mais que o nosso Sol e conforme uma estrela evolui, sua luminosidade aumenta, ou seja, emite mais radiação. Apesar de ter a mesma temperatura do Sol, seu diâmetro é 10% maior e seu brilho 20% maior. Isso tudo combinado faz com que a temperatura esperada na região onde o planeta está seja maior também. Claro, temos que considerar que ele seja realmente rochoso e possua atmosfera, o que não temos como saber por enquanto.
 Por que a dúvida sobre a composição do planeta? Ele não é mesmo rochoso? As estatísticas dos exoplanetas confirmados mostram que a pelo menos metade dos exoplanetas que são maiores que a Terra, nessa proporção de 60%, são na verdade gasosos. Mas dadas todas as evidências combinadas, é bem provável que ele seja mesmo rochoso.
De qualquer maneira, trata-se do primeiro candidato sério a planeta rochoso na zona habitável de uma estrela parecida com o Sol. Na verdade, o cenário mais se parece com o que a Terra vai vivenciar daqui um bilhão de anos, com a evolução do Sol, que também vai inflar e brilhar mais. Douglas Caldewell, astrônomo do Instituto SETI envolvido com a descoberta chama Kepler 452b de ‘prima mais velha da Terra’. Com tanta similaridade, o mesmo SETI já apontou suas antenas para a estrela, tentando captar alguma transmissão suspeita, mas nada foi detectado até agora. Outros rádio telescópios devem aderir a essa campanha em breve.
Ainda não foi dessa vez que apareceu uma gêmea da Terra, mas a descoberta de uma prima mais velha, no local adequado mostra que estamos caminhando bem. Em breve, a foto da família vai melhorar e o próximo passo vai ser procurar por indícios de vida.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

A melhor universidade Caltech




Instituto de Tecnologia da Califórnia  é uma universidade norte-americanaprivada, que aceita homens e mulheres no seu corpo discente, localizada em Pasadena, no estado da CalifórniaEstados Unidos.
Embora tenha sido fundada como uma escola preparatória e profissional por Amos G. Throop em 1891, o colégio atraiu cientistas influentes como George Ellery HaleArthur Amos Noyes, e Robert Andrews Millikan no início do século XX. As escolas de formação profissionais e de preparação foram desmanteladas e desmembradas em 1910, e a faculdade assumiu seu nome atual em 1921. Em 1934, a Caltech foi eleita para a Associação de Universidades Americanas, e foram estabelecidas os antecedentes do Jet Propulsion Laboratory da NASA, que a Caltech continuava a gerir e operar, entre 1936 e 1943 sob Theodore von Kármán.
Sendo uma das primeiras universidades do mundo em pesquisa, a Caltech mantém uma forte ênfase e tradição nas Ciências naturais e Engenharia. Ela também possui e administra o Laboratório de Propulsão a Jato (Jet Propulsion Laboratory, o JPL), que é um complexo autônomo de vôos espaciais, responsável pelo projeto e operação da maioria das sondas da NASA. De acordo com a classificação anual da Times Higher Education de 2011, a Caltech é eleita a melhor universidade do mundo. Pela primeira vez em oito edições, a Universidade Harvard não aparece no topo e empata na segunda posição com a Universidade de Stanford.

Marcelo Rebelo de Sousa Novo presidente do Portugal




Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa
  é professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa,Conselheiro de Estado e político português. É o Presidente-Eleito da República Portuguesa, como resultado das eleições presidenciais de 2016, estando programada a sua tomada de posse para 9 de Março de 2016.
Anunciou em 9 de outubro de 2015, em Celorico de Basto, a sua candidatura às eleições presidenciais portuguesas de 2016 tendo sido eleito no dia 24 de Janeiro de 2016.
Inaugurou em 28 de dezembro de 2015 a sua sede de campanha, situada em BelémLisboa, e apresentou como mandatária nacional da candidatura a jovem cientista Maria Pereira.
É licenciado em Direito (1971) é doutor em Ciências Jurídico-Políticas (1984),pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. É professor catedrático e presidente do Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da mesma Faculdade, desde 1990 e 2005, respetivamente. Anteriormente foi presidente do Conselho Diretivo (1985-1989), do Instituto da Cooperação Jurídica (2004-2005) e do Conselho Pedagógico (2006-2010).
Foi também professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa e catedrático convidado da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa e da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa. Foi negociador do ante-projecto da Faculdade de Direito da Universidade de Bissau. Presidiu à Comissão Instaladora da Faculdade de Direito da Universidade do Porto (1995-1996 e 2001-2003). É doutor Honoris Causa pela Universidade do Porto.
Além da sua carreira como professor, foi também jornalista, tendo dirigido os jornais Expresso (1980-1983) e Semanário(1983-1987). Mais tarde ganharia notoriedade no comentário político, primeiro na TSF, com Exame (1993-1996), depois na televisão, colaborando no Jornal Nacional (atualmente Jornal das 8), da TVI (2000-2004 e, novamente, 2010-2015) e com As Escolhas de Marcelo, na RTP1 (2005-2010).
Desde jovem Marcelo Rebelo de Sousa foi dirigente associativo, nomeadamente na Acção Católica Portuguesa, e ainda hoje é membro de várias instituições particulares de solidariedade social e outras, sendo presidente da Fundação da Casa de Bragança, desde 2012, depois de ter sido membro da sua Junta Diretiva (1994-2012). É também associado fundador do Lions Clube Costa do Estoril (1981) e foi presidente da Associação de Pais da Escola Salesiana do Estoril, na década de 1980.
Marcelo aderiu ao Partido Social Democrata após a sua fundação, em maio de 1974, tendo sido o primeiro presidente da Comissão Política Distrital de Lisboa (1975-1977) deste partido. Ainda em 1975 foi eleito deputado à Assembleia Constituinte.
Em 1981 ingressou no VIII Governo Constitucional, sendo Primeiro-Ministro Francisco Pinto Balsemão, como Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros. Em 1982 passou a assumir o cargo de Ministro dos Assuntos Parlamentares, assumindo assim a pasta inicialmente confiada a Fernando Amaral.
Em 1983 forma, no interior do PSD, a Ala Nova Esperança, protagonizando, ao lado de José Miguel JúdicePedro Santana Lopes e Conceição Monteiro, a oposição interna ao governo do Bloco Central; uma ação que viria a ser contribuir para a renovação interna do PSD, abrindo portas à candidatura de Aníbal Cavaco Silva, eleito líder no célebre Congresso da Figueira da Foz, em 1984.
Em 1990 encabeça a candidatura do PSD à Câmara Municipal de Lisboa, sendo derrotado por Jorge Sampaio, que se candidatava com o apoio do Partido Socialista, do Partido Comunista e de "Os Verdes". Manteve-se como vereador até 1993.
Ainda no âmbito autárquico foi presidente da Assembleia Municipal de Cascais (1979-1982) e presidente da Assembleia Municipal de Celorico de Basto (1997-2009).
Membro do Conselho de Estado (2000-2001 e, novamente, a partir de 2006).
Depois dos governos de Cavaco Silva e da demissão do sucessor deste, Fernando Nogueira, Marcelo Rebelo de Sousa seria eleito presidente do PSD, cargo que desempenhou entre 1996 e 1999.
Durante a sua liderança, viabilizou três Orçamentos de Estado do governo (minoritário) de António Guterres e reatou as relações institucionais entre o PSD e o PCP , cortadas há cerca de 20 anos.
Foi um dos promotores da adesão do PSD ao Partido Popular Europeu (1996), até então membro do Partido da Aliança dos Democratas e Liberais pela Europa. Foi igualmente eleito deputado ao Parlamento Europeu e vice-presidente do Partido Popular Europeu (1997-1999).
A sua liderança é ainda marcada pela realização de dois referendos nacionais, no ano de 1998, cuja iniciativa partiu do líder do PSD, que viu também as suas posições saírem vencedoras. O primeiro foi o referendo nacional sobre a questão do aborto, em 28 de junho: vitória do não (50,91%) — ainda que com quase seis milhões de eleitores (68,06%) a optarem pela abstenção. O segundo foi o referendo sobre a regionalização administrativa, a 8 de novembro: 63,59% dos votantes são contrários à proposta de reforma administrativa; abstenção de 51,3%. De um lado, o movimento Portugal Plural, liderado pelo antigo deputado do PS Eurico Figueiredo, e a partir do qual se lançará o movimento cívico Intervenção Radical; do outro, o movimento Nação Una, onde se destacam Paulo Teixeira Pinto e Manuel Monteiro. Marcelo Rebelo de Sousa, que provocara estas duas consultas populares pode reclamar das poucas vitórias na sua liderança do PSD; contudo é de registar a fraca participação popular que este mecanismo constitucional alcançou.
A rotura com o líder do CDS-PPPaulo Portas, com quem Marcelo preparava uma aliança política, esteve no culminar do seu consulado no PSD. Como tal, foi já sob a presidência de José Durão Barroso que oPSD se apresentou nas eleições legislativas de 1999.
Em 9 de outubro de 2015 anuncia em Celorico de Basto, no distrito de Braga, a sua candidatura às eleições presidenciais portuguesas de 2016. A 28 de dezembro de 2015 foi inaugurada a sede de campanha, situada em BelémLisboa, e apresentada como mandatária nacional da candidatura a jovem cientista Maria Pereira .
Marcelo afirmou que não existiriam cartazes na sua campanha eleitoral, e de resto, a mesma não foi muito intensa, embora se encontrasse com larga vantagem sobre os outros candidatos presidenciais, segundo as sondagens. Isto deveu-se provavelmente ao facto de o candidato Marcelo Rebelo de Sousa ter sido comentador político nos últimos anos, tendo adquirido influência e fama, o que lhe permitiu dispensar uma campanha eleitoral intensa.
Foi eleito com maioria absoluta à primeira volta, a 24 de janeiro de 2016, derrotando António Sampaio da Nóvoa.
Foi distinguido como Comendador da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (9 de junho de 1994) e com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique (9 de junho de 2005). O seu nome foi atribuído à Biblioteca Municipal de Celorico de Basto.
Fonte: WIkipedia 

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Língua grega antiga



A língua grega antiga ou clássica assim como muitas outras línguas extintas e "vivas" da Europa e da Ásia Ocidental, falada na Grécia durante a Antiguidade e que evoluiu para o grego moderno, faz parte da grande "família" das línguas indo-europeias. Ao lado do sânscrito, a língua grega é uma das mais antigas da família.
O idioma grego tem um lugar importante na história da Europa, do mundo ocidental e do cristianismo; o Cânone da literatura grega antiga inclui obras de importância monumental, que influenciaram de maneira decisiva o cânone da literatura ocidental posterior; entre as obras de destaque estão poemas épicos como a Ilíada e a Odisseia. O grego também foi a língua na qual diversos dos textos fundamentais da filosofia ocidental, como os diálogos platônicos e as obras de Aristóteles, foram escritos; o Novo Testamento da Bíblia cristã foi escrito no grego koiné. Juntamente com os textos latinos e as tradições do mundo romano, o estudo dos textos gregos e das sociedades da Antiguidade foram a disciplina da História e Arqueologia Clássica.
O grego foi uma língua franca amplamente falada no mundo ao redor do Mediterrâneo, e até mesmo em outras partes, durante a Antiguidade Clássica, e viria a se tornar o idioma oficial do Império Bizantino. Em sua forma atual, é a língua oficial da Grécia, do Chipre, e uma das 23 línguas oficiais da União Europeia. É falado por pelo menos 13 milhões de pessoas atualmente, na Grécia, Chipre e nas comunidades de expatriados em diversos países ao redor do mundo.
As raízes gregas freqüentemente são usadas para formar novas palavras em outros idiomas, especialmente nos ramos da ciência e medicina; o grego e o latim são as fontes predominantes do vocabulário científico internacional. Mais de cinqüenta mil palavras do inglês, por exemplo, têm origem no grego.
Grego Moderno
O grego moderno, língua oficial da Grécia, difere em muitas formas do grego antigo e é falado por cerca de 13,1 milhões de pessoas. Na Grécia, é falado por quase toda a população. Também é juntamente com o turco, a língua oficial de Chipre, embora o uso oficial do turco tenha sido limitado pela República de Chipre desde a invasão turca de 1974. Devido à adesão da Grécia e de Chipre à União Europeia, o grego é, atualmente, uma de suas 23 línguas oficiais. Além disso, o grego é oficialmente reconhecido como uma língua minoritária em partes da Itália e Albânia, bem como na Armênia e Ucrânia sem falar na diáspora grega em países europeus e americanos, bem como na Austrália. Essa diáspora é formada não apenas por descendentes de gregos da Grécia, como também de indivíduos nascidos das ondas de emigração que quase extinguiram as antigas comunidades gregas de lugares como Egito, Turquia, Bulgária etc.
A língua grega moderna - isto é, o falar inicialmente restrito a um certo estrato das populações da Grécia meridional, acrescido de componentes eruditos e elementos estrangeiros (principalmente franceses e ingleses) - só se tornou a língua oficial do país em 1976. Até esta data, a língua oficial era a chamada "catarévussa", o grego clássico, uma variante livresca decalcada do grego bizantino. O debate em torno da reforma linguística, que começou ainda em meados do século XIX, teve a cidade de Atenas por epicentro e o poeta Kostís Palamás como figura principal. 

Dialetos
Os dialetos mais importantes eram os seguintes:
·         Grego-Macedônio – dialeto usado por heleno-macedônios na Macedónia
·         Grego-Chiprio – dialeto usado por greco-cipriotas em Chipre
·         Grego-Cretico – dialeto usado por greco-critas na Creta
·         Grego-Trácico – dialeto usado por greco-tráciotas na Trácia
Sistema de Escrita
O alfabeto utilizado para escrever a língua grega teve o seu desenvolvimento por volta do século IX a.C., utilizando-se até aos nossos dias, tanto no grego moderno como também na Matemática, Astronomia, etc.
Anteriormente, o alfabeto grego foi escrito mediante um silabário, utilizado em Creta e zonas da Grécia continental como Micenas ou Pilos entre os séculos XVI a.C. e XII a.C. e conhecido como linear B. O Grego que reproduz parece uma versão primitiva dos diletos arcado-cipriota e jónico-ático, dos quais provavelmente é antepassado, e é conhecido habitualmente como grego micênico.

Crê-se que o alfabeto grego deriva duma variante do semítico, introduzido na Grécia por mercadores fenícios. Dado que o alfabeto semítico não necessita de notar as vogais, ao contrário da língua grega e outras da família indo-europeia, como o latim e em conseqüência o português, os gregos adaptaram alguns símbolos fenícios sem valor fonético em grego para representar as vogais. Este fato pode considerar-se fundamental e tornou possível a transcrição fonética satisfatória das línguas Européias.

As letras Digamma, San e Qoppa desapareceram do alfabeto nos seus primeiros tempos, antes do denominado período clássico. Dado que a aparição das letras minúsculas é bastante posterior, não existem minúsculas das ditas letras.
Originariamente existiram variantes do alfabeto grego, sendo as mais importantes a ocidental (Calcídica) e a oriental (Jónica). A variante ocidental originou o alfabeto etrusco e daí o alfabeto romano. Atenas adaptou no ano 403 a.C. a variante oriental, dando lugar a que pouco depois desaparecessem as demais formas existentes do alfabeto. Já nesta época o grego escrevia-se da esquerda para a direita, enquanto que a princípio a maneira de escrevê-lo era alternadamente da esquerda para a direita e da direita para a esquerda, de maneira que se começava pelo lado em que se tinha concluído a linha anterior, invertendo todos os caracteres em dito processo.
O fator inovador introduzido com o alfabeto grego são as vogais. As primeiras vogais foram Alfa, Épsilon, Iota, Ómicron e Upsilon. Se se contempla o processo de criação do alfabeto grego como resultado de um processo dinâmico baseado na adopção de vários alfabetos semíticos através do tempo, encontrando inclusive influências do linear-B, poder-se-ia dar uma explicação mais satisfatória da sua origem do que as teorias que postulam uma adaptação única de um alfabeto determinado num momento dado.


domingo, 20 de dezembro de 2015

Empirismo



     
O Líder do empirismo britânico, o filósofo John Locke
O Empirismo foi a teoria do conhecimento de que é preciso comprovar com experiência sensorial (são experiências diárias e, além de captadora de sensações físicas, é também via de transmissão cultural. Transformada em emoção, no cérebro, pode ser definitiva em uma tomada de decisão) Um dos pontos destacados sobre a Epistemologia, é o estudo do ser humano, estando junto ao pensamento racional, o idealismo e historicismo. O Empirismo tem a finalidade de experiências e evidências, principalmente com idéias inatas e tradições. Empiristas afirmam que o (Costume ou tradição) surgiu de uma experiência sensorial anteriormente.
O nome “Empirismo” surgiu na idade moderna do Reino Unido dês da idade média. Hoje a oposição empirismo-racionalismo, como a distinção analítico-sintético, é geralmente entendida de forma contundente, como era nos tempos antigos, mas sim uma ou outra posição devido a questões metodológicas heurísticas ou atitudes vitais, em vez de princípios filosóficos fundamentais. 
Em relação ao problema dos universais, empiristas muitas vezes simpatizam com as críticas e continuar nominalista começou no final da Idade Média.
Na antiguidade clássica, o conhecimento empírico referindo médicos, arquitetos, artistas e artesãos em geral obtidos por meio de sua experiência de frente para o útil e técnico, em oposição ao conhecimento teórico concebido como contemplação da verdade além de qualquer utilitário.
Empirismo na filosofia da ciência enfatiza a evidência, especialmente porque foi descoberta em experiências. É uma parte fundamental do método científico que todas as hipóteses e teorias devem ser testadas contra observações do mundo natural, em vez de descansar apenas em um raciocínio a priori, a intuição ou revelação.
Filósofos associados com o empirismo incluem Aristóteles, Alhazen, Avicena, Ibn Tufail, Robert Grosseteste, Guilherme de Ockham, Francis Bacon, Thomas Hobbes, Robert Boyle, John Locke, George Berkeley, Hermann von Helmholtz, David Hume, Leopold von Ranke, John Stuart Mill e Nicolau Maquiavel.
O empirismo causou uma grande revolução na ciência, pois graças à valorização das experiências e do conhecimento científico, o homem passou a buscar resultados práticos, buscando o domínio da natureza. A partir do empirismo surgiu a metodologia científica.
História
Antigas formas de empirismo incluem o trabalho epistemológico Buddha no Oriente.  No entanto, aqui nós consideramos a evolução das atitudes filosóficas ocidentais.

Velhice

Na antiguidade clássica havia uma separação clara entre:
·         Conhecimento para a experiência e o resultado: a técnica de trabalho e produtiva. O que tem sido historicamente entendida como "artes" e "artesanato". 
·         O ideal de conhecimento teórico que compreende duas áreas:
·         A ciência: entendida como um conhecimento universal e necessário. Experimente o mais recente conhecimento de causas e dos primeiros princípios, o que é agora entendida como fundamento da realidade, a metafísica. 
·         A práxis: Tão perfeito conhecimento prático  ação direcionada para o bem e felicidade, que por sua vez opera em duas áreas:
·         A consecução de um bom indivíduo, a felicidade e Ética
·         Alcançar o bem social comum, a política.
Na antiguidade clássica o conhecimento teórico e prático, como saber universal e necessário ideal de "conhecer" é independente da experiência, em junho e é a sabedoria. A última expressão da verdade e do conhecimento, como a ciência, é a Metafísica  e o mais próximo possível do modelo ideal de vida a felicidade, como ética, constituem o ideal do sábio.
Esta separação de conhecimento e ação prática na produção de bens materiais responde a uma tradição guerreira aristocrática da classe nobreza ou decisão. As artes e ofícios eram os de escravos e comerciantes, mas a "sabedoria" (filosofia) foi adequada para a nobreza e os homens livres. 
Em Atenas clássica e apareceu uma dupla atitude de pensar que será mantida ao longo de toda a história da filosofia no Ocidente e hoje são conhecidos principalmente comoracionalismo e empirismo. Na verdade, eles têm duas atitudes e formas de entender a função do pensamento e do sentido da vida.
O primeiro a manter uma atitude claramente empirista foram os sofistas racionalistas que negavam a especulação sobre o mundo natural compartilhado seus antecessores,pré-socráticos e, acima de tudo, Platão; pelo contrário preocupado "em tais entidades relacionadas como homem e da sociedade."  O valor da verdade é restrita ao valor específico da experiência e do exercício do poder, quer individualmente (moral) ou social (política) .
Este empirismo está interessada em retórica no domínio da linguagem como um instrumento essencial para a vida política ateniense e do exercício do poder.

                                                         Empirismo Britânico

O método empírico de Francis Bacon e de Thomas Hobbes influenciou toda uma geração de filósofos no Reino Unido a partir do século XVII. John Locke é considerado o fundador ("pai") dessa tradição, que ficou conhecida como empirismo britânico, em oposição ao racionalismo que predominava na maior parte da Europa continental.

Em seu livro Ensaio Sobre o Entendimento Humano, Locke descreve a mente humana como uma tabula rasa (literalmente, uma "ardósia em branco"), onde, por meio da experiência, vão sendo gravadas as ideias [4] . A partir dessa análise empirista da epistemologia, Locke diferencia dois tipos de ideias: as ideias simples, sobre as quais não se poderia estabelecer distinções, como a de amarelo, duro, etc., e as ideias complexas, que seriam associações de ideias simples (por exemplo ouro — que é uma substância dura e de cor amarelada). Com isso, formar-se-ia um conceito abstrato da substância material.
No século XVIII, George Berkeley desenvolve o empirismo de John Locke, mas não admite a passagem dos conhecimentos fornecidos pelos dados da experiência para o conceito abstrato de substância material. Por isso, Berkeley afirma que uma substância material não pode ser conhecida em si mesma. O que se conhece, na verdade, resume-se às qualidades reveladas durante o processo perceptivo. Assim, o que existe realmente nada mais é que um feixe de sensações. Daí sua famosa frase: ser é ser percebido [5] .
Entretanto, para fugir do subjetivismo individualista (pois tudo que existe somente existiria para a mente individual de cada observador), Berkeley postula a existência de uma mente cósmica, que seria universal e superior à mente dos homens individuais. Deus é essa mente e tudo o mais seria percebido por Ele, de modo que a existência do mundo exterior à mente individual estaria garantida. No entanto, apesar de existir, o mundo seria impossível de ser conhecido verdadeiramente pelo homem, pois esse conhecimento só é acessível a Deus. Ao assumir esse empirismo radical, George Berkeley cria a corrente conhecida como idealismo subjetivo.

Levando ainda mais adiante o pensamento de Berkeley, o escocês David Hume identifica dois tipos de conhecimento: matérias de fato e relação de ideias. O primeiro está relacionado com a percepção imediata e seria a única forma verdadeira de conhecimento. A relação de ideias é uma inferência de outras ideias, ou seja ao relacionar duas ideias que temos na nossa mente provenientes da experiência concluímos outra ideia. Esta nova ideia, é logicamente verdadeira e necessária, pois é inferida através de um raciocínio demonstrativo (regras da lógica formal). Mas este conhecimento é tautológico, pois não acrescenta nada de novo, é apenas uma relação de ideias que já possuíamos.
Baseado nisso, Hume refuta a própria causalidade, a noção de causa e efeito, fundamental para a ciência. Ao observarmos, por exemplo, um pedaço de metal, podemos chegar a um conceito de metal, que corresponde à realidade concreta, perceptível. Se aproximamos nossas mãos do fogo, temos uma ideia de calor, que também corresponde à realidade. Mas quando aproximamos um metal do fogo e observamos que ele se dilata com o calor, não podemos concluir que "o corpo se dilata porque esquenta". As ideias "o corpo esquenta" e "o corpo se dilata" teriam como origem duas impressões dos sentidos, provenientes, respectivamente, do tato e da visão. O problema está na expressão por que. Que impressão sensível origina a ideia de porquê? Como concluímos que um fenômeno é a causa de outro?
Para Hume, o simples motivo de um fenômeno ser sempre seguido de outro faz com que eles se relacionem entre si de tal forma que um é encarado como causa do outro. Causa e efeito, enquanto impressões sensíveis, não seriam mais do que um evento seguido de outro. A noção de causalidade-necessária a partir da simples observação, sem aplicação dos "raciocínios demonstrativos" (nesse caso, a matemática. Ou, nos dias atuais, podemos aplicar esse conceito de Hume como sendo a área que concerne atualmente à Física, à Química, ou a toda ciência que use de cálculos para provar realidades empíricas). Para ele, portanto, sem o uso desses "raciocínios demonstrativos" para comprovar a existência de causas necessárias ("leis gerais"), tudo o que se baseia apenas na simples experiência para a conclusão dessas causas é somente uma dedução humana, que de forma alguma constitui um conhecimento verdadeiro, é apenas um costume, hábito. Exemplo que Hume nos dá dessa sua tese é o nascimento do Sol: "O Sol nascerá amanhã!" nada mais é que uma crença que nos temos a partir da observação dos dias que se passaram. Mas só a experiência de ver o Sol sempre nascer todos os dias não prova, necessariamente, que ele nascerá amanhã; o que nos faz acreditar que ele nascerá é meramente nosso hábito, nosso costume de vê-lo nascer todos os dias.